Minhas Pinturas

Seguidores

Minha lista de blogs

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Vaidade e Escolha

Caminho cor de rosa 30x38 acrílico sobre tela
                                                                                      (Todos os personagens são fictícios)
Naquela reunião de amigas a vaidade corria solta e cada uma se enaltecia de alguma coisa, mas uma delas extrapolava em seus supostos valores. Era uma conversa desafiadora à paciência de quem a conhecia desde sua juventude e seus caminhos percorridos até ali
A vaidade servia para esconder o que todo ser humano sofre ao longo da vida, fracassos, erros, frustrações, desilusões, e só falavam dos sucessos nem sempre verdadeiros, ela das riquezas obtidas, das viagens, da mansão onde morava, das joias e roupas de grife...
Mas não valia a pena interferir, eu sabia que era um véu posto sobre a verdade amarga, e sabia também que seria desumano acabar com a farsa  contada como verdade para quem não a conhecia, e que nada mais era do que uma forma de se sentir superior às  outras. A vaidade era quase possível de se pegar. A vaidade que  imobiliza a ação de encarar a verdade e lutar para sair daquele labirinto de mentiras.
 Fiquei pensando como uma pessoa pode se transformar tanto, Margarida era uma jovem linda, doce embora desiludida com o amor por causa de seus infelizes pais.   e agora uma mulher embora ainda bonita  soberba, vazia , esnobe e infeliz. De certa forma acho que sei como tudo aconteceu.
Quando fui morar no mesmo prédio que Margarida, nos tornamos amigas, Eu já casada e com mais 8 anos de idade que ela, fez de mim sua confidente. Margarida sofria muitas privações, e tinha a ideia arraigada de que com um casamento rico seria feliz. Eu  tentava convencê-la que precisamos de muito  amor para se viver plenamente  num casamento enquanto que dinheiro  é necessário só para se sobreviver, mas ela sempre descartava meus argumentos dizendo que eu nunca tinha passado pelo que ela passava com um pai omisso, mulherengo e miserável.
Um belo dia outra vizinha anunciou a chegada de  seu filho Rômulo, após longa viagem, como  engenheiro de máquinas da marinha mercante, e que estaria de férias era  noivo de Anita já com casamento marcado, para o ano seguinte.. Nas voltas que o mundo dá Margarida se apaixonou por Romulo que não era rico  e ele também se apaixonou por  ela, entretanto Anita, a noiva,  junto com a mãe dele,  que apesar de ser amiga de Margarida, não se conformaram  com a situação e engendraram planos , caluniaram Margarida dizendo que ela só queria se livrar da vida miserável, e lutaram  para que  aquele casamento já marcado se concretizasse e foi o que aconteceu, Margarida sofreu, ficou doente, emagreceu, e ficou mais amarga. Depois de algum tempo conseguiu se reerguer e voltou a sua ideia de que ia  encontrar um marido rico e nada de amor. Encontrou Samuel dono de várias lojas comerciais, bem mais velho que ela,  mas só se casou com ela na condição de que fosse com separação de bens, Margarida aceitou a proposta e aí começou sua transformação  na  pessoa vaidosa e presunçosa que vi  ao longo dos anos e ali naquela reunião, ela sentia um grande prazer em contar suas vantagens , tudo que ela tem ninguém tem, todos os seus bens materiais são superiores aos das amigas, sua vida é mais feliz do que a de qualquer outra pessoa na face da terra, anda como uma árvore de natal cheia de joias,  e até gosta de humilhar  as pessoas humildes. Tenho  certeza de que é infeliz , seu marido trata- a como um belo objeto adquirido  e enfeitado que expõe como um troféu.
Já me confidenciou que nunca esqueceu Rômulo, mas tem o prazer de saber que ele foi muito infeliz, pagou por sua covardia de não lutar por ela. Hoje está divorciado, está gordo, velho e trabalha por conta própria, mas não é rico e a  mãe dele arrependida do que lhe  fez, afastando seu filho de seu amor , e forçando-o a cumprir a promessa de casamento com Anita, apesar dele dizer não ama-la mais, contribuiu para a  infelicidade de três pessoas, Foi então procurar Margarida querendo resgatar sua amizade e seu perdão, que ela finge aceitar, pois agora, é tarde, segundo Margarida,  a mãe dele sofre mais do que ela  sofreu na época, e julga que são amigas  e que a perdoou e  vai morrer pensando, diz ela.
-“ Agora estou feliz com minha vida, meu marido, Tenho tudo que sempre quis, não sou apaixonada por ele mas gosto dele.  amo  minha riqueza, meu conforto. Enquanto Anita ficou sozinha, vivendo de uma pensão miserável, e até as filhas que tiveram são mais amigas do pai do que dela. Não aprendi a perdoar, nem ligo se me condenam, ela me caluniou, me humilhou, me deixou doente de desgosto, e também a covardia de Rômulo, e quando a vida dele se desmoronou veio me pedir perdão, mas nem que eu estivesse solteira, lhe daria nova chance, ele matou o amor. _”
 Foi o último desabafo de Margarida a mim.

Por isso não falo nada, quem sou eu para dizer que ela está errada, em cultivar tanta amargura, afinal nunca consegui demovê-la de suas ideias, como conselheira sou péssima, como ouvinte sou ótima, só queria que ela fosse feliz assim como eu que acredito no amor, e jamais o trocaria por dinheiro, mas cada um tem seu destino e escolhas para fazer, é o livre arbítrio que Deus nos deu.
Fim
Léah




28 comentários:

  1. Há muita gente, homens e mulheres, que prefere casar com alguém rico em detrimento do amor. Mas isso pode sair muito caro...
    Mais um magnífico texto. Da tela, nem falo nada, porque é excelente.
    O seu blog tem uma qualidade notável. E logo em duas artes distintas: pintura e escrita. parabéns pelo seu talento, minha amiga nada vaidosa...
    Léah, tem um bom fim de semana.
    Beijo.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi Jaime você como poeta que é entende de amor e sabe que sem ele não se vive se vegeta. Tens muita razão quando dizes que não sou vaidosa, mas não totalmente, nos meses de setembro fico cheia de vaidade,por ser o meu aniversário, e gosto muito de viver por ainda ser útil, e também por ser meu aniversário de casamento com muitos e muitos momentos felizes.
      Grata por estar por aqui e pela gentileza.
      beijinhos, Léah

      Excluir
    2. Um pouco de vaidade não fica mal a ninguém...
      Não sei as datas de aniversário nem de casamento. Em qualquer caso deixo-lhe os meus duplos parabéns.
      Léah, tem um bom resto de semana.
      Beijo.

      Excluir
  2. Bom dia Léah!Então, esse mês de setembro é especial, amei ler seu comentário por lá, no meu espaço!
    Que lindo trabalho em tela, colocastes a alma "de setembro" nele! Amei ver!
    Lendo seu belo e bem escrito conto, que nos mostra que, a vida sem amor é vazia, infelizmente muitas pessoas se perdem pelo caminho por ilusão da riqueza, do luxo, mas tudo é aprendizado!
    Pena que só temos uma vida de cada vez, (embora eu acredite em reencarnação), cada tempo perdido por aqui a amargura aumenta, sendo assim quando se conta algo de forma exacerbada é por se estar sem rumo e com medo, assim é!
    Como dizes, e eu também penso assim, quem pode dizer que o outro está errado, mesmo porque, cada qual paga com a sua situação!
    Abraços linda amiga, direi como o meu amigo Dilmar, seguidor assíduo dos meus blogs "tenhas e sei que terás" um lindo mês de Setembro!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Querida amiga Ivone A vida é assim as escolhas que fazemos ou se transformam em carma ou darma, ou se aprende pela dor ou pelo amor, é tudo uma questão de cor, o 'caminho pode ser rosa ou negro'
      Amei sua visita e comentário, pra você também um maravilhoso e lindo SETEMBRO. (idem para seu amigo Dilmar).
      beijinhos Léah

      Excluir
  3. Oi, Léah, bem, hoje começarei pelo maravilhoso recanto que você criou, com efeitos de luz e sombra, parece que entramos lá para descansar da vida, rs.
    Quanto à crônica... como o particular de certas pessoas é amargo! Torna-se amargo pela vaidade, pelo interesse e pelo egoísmo de não querer amar, se doar, enfim, ser feliz. Não se preocupam em tornar o outro infeliz. E isso que você narrou, acontece dos dois lados, tanto com mulheres quanto com homens. É da natureza humana ser ávido e descarado. Como também ser o oposto.
    Tenho horror desse modo de agir, das Marias chuteiras - que serve para nominar esse tipo de gente. Mas serão sempre infelizes, pois tudo acaba se não houver uma base séria, verdadeira.
    Ótima história, muito real, embora os personagens sejam ficcionais, o mundo tá cheio disso.
    Beijo grande, um bom 'findi', com muitas ideias...

    ResponderExcluir
  4. Oi irmãzinha Taís: Esse tipo de situação que a gente vê pelo caminho sempre me espantou e é difícil de entender.
    Casei com vinte anos de idade com um homem que conheci aos doze anos de idade, e segunda feira faremos quarenta e um anos de união, com muitos momentos cheios de felicidade. E foi graças ao amor que temos um pelo outro que nos fez vencer as pedras do caminho. Fico pensando como será a vida de quem nunca amou seu ou sua parceira, o dia a dia, as doenças, as abstenções, o sexo, o compartilhar, se doar, quais os valores que passam para os filhos!!Enfim, sei que cada um faz suas escolhas e aguenta ou não a amargura que a superficialidade traz, mas para mim esse seria um caminho negro.
    Então criei um caminho cor de rosa, que é como eu quero que seja este mês de setembro com muito amor e Maravilhoso para todos.
    Obrigada pela visita, pelo comentário, amo sua presença por aqui,beijinhos Léah

    ResponderExcluir
  5. Pois é Leáh, com esta sua bela crônica lembrei-me de muitos casos, passados e presentes, vivenciados na minha atividade, às vezes em defesa da esposa, outras em defesa do marido, quando o casamento estava por terminar. Em muitos desses tristes casos me vi diante de histórias semelhantes a esta de sua crônica, quando um casamento é realizado por interesse, quer por parte da mulher, em alguns casos, quer por parte do marido, em outros. Quando cada um desses divórcios ficava (ou fica) concretizados ficava presente a ideia de que o casamento por amor trilha quase sempre o bom caminho, enquanto o casamento por interesse à riqueza material trilha o caminho pedregoso, e é o que leva mais facilmente à separação. Parabéns.
    Abraços.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Ola Pedro então, basta ter um pouco de noção para se saber que os bens materiais se vão mais o amor não, eu acredito que sem amor não se vive se vegeta, mas cada um com seu cada qual :).
      Abração.
      Léah

      Excluir
  6. ¡Hola Leáh!!!

    Vaya relato que nos dejas, amiga: por desgracia hay muchas personas que piensan que el dinero es todo en esta vida, ¡mas no es así, no! ¡El amor hata mueve montañas! Sin amor nada somos, el amor todo lo perdona, el amor no se enfada, todo lo cura, amor es entrega, sin pedir nada a cambio es levantar al hermano que se ha caido, es luchar por mantener y soportas las pruevas a que Dios y en destino nos someten.

    Casarse por la riqueza superficial del otro? Es cometer el error de la vida, solo el ignorante puede hacerlo y que Dios le perdone, porque la vida le dirá que cometió un grave equivoco.

    Ha sido un placer, amiga. Me nencata la pintura, eres una gran artista.

    Un abrazo, mi gratitud e inmensa estima.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá Marina tudo na vida é uma questão de livre arbítrio se a pessoa escolhe a riqueza em detrimento do amor tem que aguentar o resultado, assim é a vida tudo tem um preço...
      Grata por vir aqui me prestigiar, amei conversar com você.
      Mil beijinhos, Léah

      Excluir
  7. Seguramente sigue habiendo alguna que otra historia de este tipo, aunque ahora la juventud sabe muy bien lo que quiere y sabe que el amor es lo primordial. El dinero como se suele decir, no da la felicidad aunque ayuda un poco al que realmente lo necesita para cosas importantes, no para presumir como la protagonista de tu relato.
    Léah, un placer volver a tus letras, colores y luces de tus esplendidas pinturas.
    Un beso.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Que bom estares de volta, tomara tenhas se divertido e descansado nestas férias.
      Então Elda, a vida se resume em amor,generosidade, ódio, ganância e poder e cada um destes sentimentos leva a outros piores ou melhores depende de como são usados, é só uma questão de escolha...Bom mesmo é amar :).
      beijinhos, Léah

      Excluir
  8. Mais uma vez uma bela pintura acompanhada de um texto interessante, uma reflexão sobre a vida e os valores que é importante seguir!
    beijinhos

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá Graça obrigada pelo elogio gentil, e pela visita.
      Hoje em dia como você disse os valores são importantes. Mas o que se vê na grande maioria, as pessoas só pensam em dinheiro, ganâcia pelo poder e na vaidade, tenho visto coisas que dão até nojo. Mas é o mal do século, fazer o que...
      Beijinhos, Léah

      Excluir
  9. Querida amiga, que saudades de estar aqui no seu cantinho.
    Adorei a frescura e pormenores da sua tela, talvez a anunciar a Primavera que se avizinha por aí :)
    Quanto ao texto, embora fictício, retrata tantas vidas desperdiçadas em futilidades e vaidades, deixando para trás o mais importante, a verdade e o amor.
    Um grande beijinho com amizade

    ResponderExcluir
  10. Fê sabes que a saudade de ler seus versos, seus pensamentos, suas pinturas era grande, seu talento faz falta, e muita falta faz sua amizade.
    Grata pela presença e comentário, amei.
    Beijinhos, Léah

    ResponderExcluir
  11. Hola querida Leah: Estuve unos días de viaje asi que no pude disfrutar de los interesantes textos que aunque sean ficticios mucho tienen de verdad, como este donde el amor real queda en segundo plano, destruyendo para toda la vida el corazón de las personas. La pintura es realmente hermosa como todas con ese toque primaveral. Tambien agradezco tu paso por mi espacio. Un gran abrazo!!!

    ResponderExcluir
  12. Obrigada por sua presença e comentário por aqui, já estava com saudades de suas aquarelas sempre tão suaves e informativas.
    O mais importante para se viver é o amor, o dinheiro só para se sobreviver,mas nem todos pensam com o coração e sim com a vaidade.
    beijinhos, Léah

    ResponderExcluir
  13. Que pintura linda!!!
    E muita gente... pinta seus mundos assim... bem cor de rosa... para esconder tanta amargura... falando agora do texto...
    Pelo que a pintura se harmonizou lindamente com o texto...
    Mas a Natureza é sempre autêntica... ao contrário da natureza humana... no entanto... nunca podemos nem devemos julgar os outros... pois por mais que nos contem os outros suas vidas... uma coisa é certa... nunca saberemos a história toda... resta-nos pois saber ouvir...
    Já fazia um tempinho que não passava, por aqui...
    Ainda estou de férias, e num local, com uma Net algo problemática, durante mais umas semanitas... mas sempre que der... passarei por aqui... pois adoro as suas talentosas postagens!
    Beijinhos! Feliz semana!
    Ana

    ResponderExcluir
  14. Olá Ana, Gostei demais de saber que estas de férias, que aliás é o bom da vida.Espero que estejas se divertindo.
    É verdade na maioria das vezes ouvir é bem melhor do que opinar.
    Beijinhos, Léah

    ResponderExcluir
  15. Caminho cor de rosa, ladeado de verde, é o que devemos trilhar; alguém um dia disse que para se ser feliz basta ter o suficiente, mas, infelizmente o ser humano é ambicioso demais e na ansia de ter e ter, se mete em encruzilhadas escuras. O casamento duradouro não é tarefa fácil; além do amor, tem que haver muito respeito, cumplicidade e paciência; acrescentar a tudo isso o interesse financeiro e, principalmente coloca-lo como prioridade, é de certeza um caminho rápido para o fracasso. Estou casada há 41 anos e nessa caminhada tem havido de tudo um pouco, como é normal; não acredito em relacionamentos perfeitos, pois a imperfeição é caracteristica do ser humano, mas estou cansada de ouvir pessoas contarem a " proeza " de terem um casamento sem brigas; quando ouço isso, penso sempre que ali está precisamente o contrário; se nunca há discussão, necessariamente um deles se anula e ai não considero estar um bom relacionamento; somos pessoas distintas, criadas em familias diferentes e portanto com opiniões e atitudes diferentes perante a vida, perante os problemas que aparecem e perante também a maneira de educar os filhos; há que respeitar a maneira de ser de cada um e nessa tentativa de termos o direito de pensar diferente surge o diálogo, a discussão e muitas vezes as palvras ásperas; ha que saber contornor esses atritos, perdoando, pedindo desculpas e tentando dia após dia, atenuar essas divergências; é um aprendizado constante e, creio que, enquanto o casamento durar haverá sempre uma aresta a limar. Mas a vaidade, o interesse em aparecer, em "camuflar" a realidade faz com que as pessoas vivam uma mentira. Não adianta querer parecer o que não se é; quem vive um relacionamento longo sabe muito bem o que é necessário fazer para que dure e sabe também que se colocar o dinheiro em primeiro lugar, nenhum deles consegue sentir-se feliz. Ter dinheiro é bom, ele faz falta, mas para que realmente contribua para o nosso conforto é imprescindivel que não lhe demos demasiada importância. Todos nós conhecemos pessoas que " nadam em dinheiro", como se costuma dizer e vivem relacionamentos de aparência, vivendo separados dentro da própria casa; oficialmente não se separam precisamente por terem de dividir os bens. O pior é que no meio deles muitas vezes há crianças de olhar triste, tendo tudo, mas nao tendo o essencial. Desculpa amiga por me ter alongado tanto, mas o teu conto é tão pertinente que daria um belo debate, numa mesa redonda. Obrigada e parabéns, tanto pela escrita quanto pela pintura. Um beijinho
    Emilia

    ResponderExcluir
  16. Emília,gostei demais de seu comentário acho mesmo que deveria ser sempre assim mostrando com sinceridade o que se pensa e sente, pelo menos é com esta intenção que escrevo minhas crônicas, para compartilhar opiniões, como se fosse um casamento com afinidades ou divergências, mas discutindo e opinando. Prendeu minha atenção e compreendi que pensamos da mesma forma com relação a um casamento, como sempre falo, com muitos momentos felizes,que devem ser valorizados e não um mar de rosas sem atritos, esses têm de ser resolvidos usando a razão e o amor.
    beijinhos, Léah

    ResponderExcluir
  17. Para mim o amor é fundamental, bem como o respeito por todos, por isso não gosto de pessoas vaidosas, arrogantes e que humilham os outros.
    Belíssima tela
    Beijinhos
    Maria

    ResponderExcluir
  18. Uma vida sem amor é uma vida vazia
    E a pobre Margarida canalizou toda a sua amargura e desgosto no sentimento da vaidade tornando-se arrogante e fria. Que vida teve essa pobre criatura
    Léah a pintura é fantástica. Parabéns pelo trabalho maravilhoso
    Beijos e que o seu dia seja abençoado

    ResponderExcluir
  19. Oi Amiga poeta você percebeu toda a profunda infelicidade deste personagem quando trocou o perdão e o amor pela vaidade e pela riqueza.
    Obrigada por sua presença aqui no meu cantinho, pelas palavras tão gentis ao meu trabalho, bom final de semana para você, beijinhos Léah

    ResponderExcluir
  20. Desculpe - algo deu errado... Sumiu o que havia escrito. Dizia ter assistido a palestra de Rodrigo de Haro, hoje pela manhã, na qual reafirmou ser o artista um número que está sempre significando a mesma coisa mas nunca repete a mesma coisa que se propõe repetir. É a evolução de si mesmo. Postei em meu blog matéria sobre ele que é considerado o nosso artista máximo da Ilha de Santa Catarina - Florianópolis. Deixarei aqui endereço http://silolirico.blogspot.com.br/2016/10/primavera-e-flores-e-poemas.html . Parabéns! Laerte(Silo)

    ResponderExcluir
  21. Olá Léah,
    bom passar por aqui e rever suas belas pinturas e excelentes textos.
    Um grande abraço

    ResponderExcluir