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quinta-feira, 14 de abril de 2016

Meus bichinhos de estimação e suas histórias

fotografia :
Pagú, minha filha Vivian, Gigi, Natasha



Tenho três gatas que me adotaram, e três cadelas que adotei.
Um vizinho já falecido e que não gostava de animais possuía um casal de cães, ele da raça labrador e ela boxer, que deram cria, não sei dizer quantos, mas soube que  esse mau vizinho queria jogar a filhotinha fêmea fora pelo simples motivo irreversível e independente da vontade dele ou dela ter nascido fêmea. mas vê-la jogada no lixo, não deu, por isso apesar da jura de não querer mais animais de estimação, mandei o juramento foi pro espaço...  
Está claro que levei-a para casa deixando o infeliz vizinho feliz, dei-lhe o nome de Natasha, que é linda, inteligente,  obstinada por seus brinquedos e bola é de uma valentia sem igual, mas só quando está junto com as outras duas,  dorme de roncar quando houve música clássica, ou quando estou cantarolando, se paro ela abre os olhos espera uns segundos se recomeço dorme de novo se não levanta e vai a vida, aliás as três gostam muito de dormir com música, foram feitas de encomenda para me divertirem...
Um ano depois, numa de minhas caminhadas pela beira da praia com a Natasha, uma senhora com uma cadelinha atada com uma corda, sorriu começou a acariciar a Natasha, que é uma oferecida sempre, e falou que estava muito desesperada, pois na casa dela nasceram vinte e dois filhotes, todos da raça “Akita Inu,” que, diga-se de passagem, nem imaginava como eram, e ela me disse serem iguais àquela que ali estava com ela. Os machos ela conseguiu vender, as fêmeas ninguém queria, e ela estava ali pedindo a quem encontrasse (claro que me encontrou, né),  que adotasse uma cadelinha em troca de um quilo de ração !!  A primeira reação foi de descrença, seria um conto do vigário? Ou seria uma louca? Ela esticou-me um pedacinho de papel com seu endereço, se a senhora quiser ajudar é aqui que moro. despedi-me e fomos embora. Já afastada da tal senhora olhei o endereço e vi  que ficava no meu caminho. De volta para casa, passei bem devagar era uma casa bem modesta, um muro baixo tosco meio destruído e um bando de cãezinhos correndo e se gadunhando pelo quintal de terra, claro que fiquei mexida com aquela visão, realmente a senhora não havia mentido, tentei contar o número de animais e somando com  os adultos eram quinze!  A mulher devia ser louca. Mas  encontrou alguém mais louca que ela, eu!
 Larguei a Natasha em casa, contei para minha filha e marido, somos todos loucos, porém mansos, compramos um sacão de ração, e voltamos lá na casa da louca nº 1, e levamos duas  para casa com muita vontade de enlouquecer de vez e levar todas. Uma branca Gigi e a dourada Pagú.
Hoje tenho essas três beldades caninas  que nasceram de encomenda especialmente  para nos divertir,  fazer companhia, darem e receberem muito AMOR.

Não me esqueci das gatinhas, mas a história delas um dia eu conto....
Léah
 



19 comentários:

  1. Nasci no meio de cães e, por isso, aprecio as pessoas que os tratam como deve ser. Porque, pensando bem, são nossos irmãos, pois tivemos a mesma origem, tal como todos os animais.
    As suas beldades são mesmo lindas, parabéns.
    Bom fim de semana, querida amiga Léah.
    Beijo.

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    1. Olá amigo para ser sincera costumo evitar me relacionar com pessoas que não gostam de animais, acho essas pessoas mais irracionais do que os próprios.
      Amei seu comentário.
      Beijo, Léah

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  2. Como a gente se apega a essas lindas e doces criaturas e elas passam a fazer parte de maneira importante em nossos dias...

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    1. Malu querida: Já jurei, já prometi nunca mais adotar animais pois sofro muito, morro um pouco também quando eles se vão, mas já desisti de prometer, amar e ser amada por esses bichinhos é uma bênção.
      gostei muito de seu comentário.
      Beijinhos, Léah

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. Querida Léah, desculpe ter deletado esse comentário, achei melhor, não quero entristecer tua linda postagem. Desconfio daqueles que não gostam de animais. Nossa história é semelhante (como sempre), mas uma história onde teve lugar só amor. Também foram três. Digo foram. Acho que você entendeu. Mas está ainda muito recente para eu dizer alguma coisa, querida, por isso não me estenderei muito nessa postagem.
    Te admiro muito, meu carinho.

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  5. Querida Taís você não me entristece em situação alguma, pois nossa amizade já se faz forte e amigos são para todas as situações, mas entendo que as perdas desses nossos amiguinhos nos levam a um sofrimento muito grande e longo.Creio até que fui eu quem a entristeceu, trazendo lembranças doloridas com a visão das minhas meninas. Já perdi muitos animais por questões variadas e ate por maldade de pessoas monstrengas, que aparecem na vida da gente para nos trazer sofrimentos.
    Só tenho a agradecer por sua amizade e carinho.
    A admiração, e o carinho são mutuos.
    beijos, Léah

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  6. Que bonito Léah, me encantan los perros, para mi son los animales más hermosos que hay. Tuve uno que me regalaron mis hijas cuando murió mi marido, tenía un mes y era una preciosidad, pero se murió cuando tenía tres meses por el virus del parvo, y ya no he querido tener más, además no tengo sitio porque es un pisoo alto.

    Muy bella tu hija y muy guapos tus perros.
    Besos.

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    1. Eu compreendo perder estes animais é morrer um pouco também.
      Obrigada por vir aqui, amei seu comentário.
      beijinhos, Léah

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  7. Felicidad en el ambiente y en la sonrisa de tu hija. Los animales están contentos y la fotografía da prueba de ello.
    ENCANTADORA FOTOGRAFÍA.
    Un beso.

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    1. Querida amiga obrigada por seu gentil comentário.
      beijinhos, Léah

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  8. Tão fofinhos...

    Isabel Sá
    http://brilhos-da-moda.blogspot.pt

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    1. Obrigada por seu comentário.
      beijinhos, Léah

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  9. Respostas
    1. Obrigada, amei vê-la por aqui.
      beijinhos, Léah

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  10. Querida amiga, que história linda.
    Mais uma coisa em comum, o amor pelos animais rss
    Como vivo num apartamento não dá para ter cães com esse lindo porte. Acho que os cães precisam de amor mas também de espaço para serem felizes.
    Na casa de meus pais sempre houve cães, pois meu pai era caçador, que eu detestava rss
    Depois de casada só tive e tenho a minha gatinha Moddy já com a bonita idade de 14 anos.
    Tem uma filha linda, parabéns!

    Um beijinho e boa semana

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    1. Querida amiga:Até gostaria de gostar menos um pouquinho de animais para ter um pouco mais de descanso e não sofrer tanto quando se vão.
      Obrigada pelo elogio a minha filha,também acho-a linda, sou mãe coruja,rsrs...
      Nossa afinidade é muito boa.
      bjs. Léah
      beijinhos,

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  11. Olá, Léah.
    Cada vez gosto mais de vir aqui te ler. Impressionante que você tem sempre história da vida real ( e não é de reality show kkkkk) com passagens que dão excelentes crónicas, que a gente lê num fôlego só.
    Esta é deliciosa. Como deliciosas são as vidas dessas três criaturas que não sonham a sorte que têm =)
    Eu também tenho um monte de animais, algumas histórias...
    *Para além das cadelinhas, que metem respeito, você tem aí uma filha linda ;)
    bj amg

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  12. Che bella storia Léah , e che bella famiglia allargata ! Abbraccio.

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