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domingo, 30 de dezembro de 2012

Feliz 2013





“Feliz 2013”

O ano correu?
É a impressão que temos.
Ainda ontem parecíamos estar
preparando nossa lista
de boas resoluções para 2012
e eis que 2013 bate às portas.
Quantas coisas deixamos
para amanhã no início deste
ano que passou
e quantas jamais teremos
a oportunidade de realizar ainda
nesses últimos dias
que restam?
Cremos tudo controlar.
Só não controlamos a vida
e por maior que seja nosso amor,
não aprendemos ainda como guardar
pessoas definitivamente conosco.
Das coisas que deixamos
para o amanhã,
muitas jamais cumpriremos.
Não que os desejos mudem,
é que há situações que viram
como vira a noite
e muitas das coisas que perdemos
não sabemos recuperar.
Mas como saber?

Precisamos olhar para dentro
do nosso coração e rever
nossas prioridades,
pensar nas coisas essenciais,
ver se o que estamos deixando
para trás não corremos o risco de
perder definitivamente.
Se soubéssemos que amanhã
seria o último dia na nossa
caminhada na terra,
o que faríamos hoje?
Talvez fôssemos visitar
alguém que não vemos há muito,
pegaríamos nos nossos
braços alguém que amamos
como se esse abraço pudesse
durar toda a eternidade
e consertaríamos uma coisa
aqui e outra ali,
para não partirmos com
coisas pendentes...
Diríamos uma palavra amiga
para que se lembrem de
nós ou teríamos um último
gesto nobre.
Por que nos comportamos
como se fôssemos
viver eternamente e levamos
tudo tão a sério?
Por que brigamos,
magoamos,
nos sentimos magoados,
construímos muros,
se é tão mais simples viver?
Não é bom deixar para
o último momento
para consertar as coisas,
porque esse instante decisivo
pode não avisar quando
vai chegar.
Cada instante que chega é
o último momento
que temos e cada instante que
passa pode ser uma ou outra coisa:
ou ganhamos um espaço
a mais nos corações ou  perdemos
definitivamente uma oportunidade.
E o instante presente ainda
temos a escolha.
Talvez,
daqui a um ano teremos mais paz,
talvez não olhemos para
trás com o coração
apertado e a frase
"ah, se eu soubesse"
não nos doa.
Hoje ainda podemos escolher.
À todos os meus amigos
Grande beijo
Léah

quarta-feira, 28 de novembro de 2012



A  Primavera


Papo No Sense
A Primavera
bem que poderia ser primaflores,
Nunca tive uma primaVera, e no entanto já me perguntaram: Quantas primaveras você tem? Nenhuma!
Ou pior ainda quantas primaveras voce fez? Impossivel!! Mas isso era antigamente, já não se pergunta mais assim, quando querem saber nossa idade (ainda bem...), pois poderiam perguntar quantos outonos ou verões ou ainda invernos
Primavera traduzindo é primeira verdade, mas o que? Trata-se de que primeira verdade? Só uma ?
Quem andou mentindo tanto assim? Uma estação inteira! passou o inverno inteiro mentindo pra quem? Isso é que é inverno!
Bem eu não sei, nem voces talvez quando chegar a próxima estação, aí veremos, ou melhor VERÃO.                                               .
                                                            texto Léah
                                                          ( fotografia de desconhecido)

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Estou enfeitando minha casinha para o Natal que está se aproximando. É a data que mais gosto, isso significa arrastar móveis, pintar paredes, criar enfeites, renovar os que já existem, armar a arvore de Natal,  amo fazer tudo isto, é uma canseira que me dá prazer. Mas, isto também significa um descanso para meus pincéis, para não me ausentar tanto de meu blog coloquei esta tela que já foi pintada no principio deste ano e que pertence a meu acervo.



óleo sobre tela- Léah MorMac




sexta-feira, 24 de agosto de 2012

primavera no rio

                                 Óleo 25 x 30  por Léah Mor Mac

terça-feira, 14 de agosto de 2012

sábado, 4 de agosto de 2012

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Aos meus amigos:
Vou  passar uns dias de férias longe de meus pincéis e telas. Não vou viajar, vou apenas vagar por este lugar onde Deus me permitiu nascer e viver e com olhar descansado apreciar as ondas deste mar, passear no píer, sentir o cheirinho do mar, passear noutros bairros... Reunir-me  com amigas. Mas como meu “vicio” é ser pintora com certeza vou sentir saudades  das tintas, ou melhor vou ter uma grande saudade colorida!
Em quanto isto aí vão umas fotos da Barra da Tijuca aqui no Rio de Janeiro onde vivo.
beijos a todos
Léah  


 





Barra da Tijuca avenida Sernambetiba







pier da Barra da Tijuca
 praia da Barra, ao fundo as Ilhas Cagarras

terça-feira, 29 de maio de 2012

O CÃO E A PISCININHA

 



Às vezes  lembro-me de coisas engraçadas que  aconteceram no  passado recente.
Quando meus filhos eram pequenos fomos morar numa casa com um quintal não muito grande e onde havia uma mangueira, um coqueiro e um pé de laranja lima,  e eu queria fazer uma piscininha para as crianças se divertirem no verão, mas o lugar onde batia o sol da manhã era justamente onde ficava o coqueiro que eu não queria derrubar, mas como não sou de desistir de meus projetos, desenhos vão desenhos vem, até que saiu o definitivo e o maridão gostou, aí partimos para a obra:
Chamei um cara para fazer o buraco onde íamos construir a dita cuja, ele conhecia e era conhecido no bairro inteiro era o chamado “quebra galho”, "o que fez a parte não profissional da obra" mas  levava boa parte do dia conversando com um ou com outro conhecido, o que me impedia de chamar o profissional para fazer a piscininha, e me livrar daquele buraco perigoso  até para as crianças.
Na nossa vida existia também um dog alemão, que compramos para vigiar a casa, mas ele só queria brincar, conseguia amedrontar as pessoas pelo seu tamanho e seu forte latido. Com uns 8 meses de idade  era um torpedo de mais ou menos 40 quilos.
Quando de uma saída qualquer chegávamos em casa ele vinha sempre nos receber alegre e trotando e quando nos encontrava pulava no nosso peito nos derrubava e ainda ganhávamos uma  lambida babada, com a qual ele possivelmente achava  estar nos agradando com esta atitude aloprada de carinho... No fim de um tempo tivemos que mandar adestrá-lo, pois ele conseguiu derrubar no chão todas as pessoas da familia, mas nós o amavamos, com a mesma intensidade que ele.
Um dia ele nas suas loucas corridas caiu no buraco da então futura piscina, só que neste dia o sol estava a 40ºC com nenhuma sombra disponível e ele não conseguia sair de lá, chorava, gania, latia com todo aquele vozeirão dele.
Minha filha chorava com pena dele, meu filho pedia para que eu o tirasse de lá, e minha mãe me mandava deixá-lo lá até que ele resolvesse sair como entrou.
Movida pelos apelos e “desapelos”, lá fui eu provida com uma escada de armar, alguns tijolos de barro desci até o buraco e aí começou a luta!!
Meu filho me ajudando com os  tijolos fui arrumando-os  em forma de degraus e incentivava o cão, (cujo nome era Dino, abreviatura de dinossauro), a subir por eles,  empurrava-o colocava as patas da frente nos degraus, quando conseguia colocar as de traz ele tirava as da frente, e assim se desenrolou a luta por muito tempo, pensei em recorrer aos bombeiros, mas desisti,  o sol nos castigando e minha mãe espanhola, quando aborrecida falava castelhano, e dizia:
-Dejarlo  donde está, no va a morir él sabe Salir- (deixe-o onde está, não vai morrer ele sabe sair)
-Não mãe ele vai morrer de insolação, tenho que tirá-lo daqui...
Eu já  desesperada não sabia mais o que fazer!
O homem que estava  fazendo o tal buraco não apareceu naquele malfadado dia para pelo menos ajudar-me.
Minha mãe que estava ali torcendo contra foi para dentro de casa e um tempinho depois voltou com um bife de carne de boi cru  na mão acenou para o cão e ele num salto atlético saiu do buraco, sem ajuda de degraus nem tampouco da minha !
Sábia mãe.
Só me restava ter forças para arrastar-me até o chuveiro, pois eu estava suada e suja de terra até a alma, com tanta canseira e ao mesmo tempo aliviada fiquei ali uns minutos sentada no chão,  rendi-me as gargalhadas de minha mãe e de meus filhos acho que até o Dino estava rindo, afinal foi uma ótima estratégia para ganhar um BIFE SUCULENTO.
 Texto  de LéahMorMac

quinta-feira, 3 de maio de 2012

foto de meu quintal

                          Fotografia de meu quintal em plena floração.

terça-feira, 10 de abril de 2012

petúnias e o Porquê


óleo 25 x 35 por LéahMorMac




O Porquê

Existe uma diferença entre desvendar e revelar.
Não vejo como uma ciência, ou como um ato de fé ou religiosidade o estudo do Tarot.
Para mim ele é um instrumento que pesquiso  e procuro entender para desvendar o meu inconsciente  meus segredos, mistérios,  minhas sombras, minhas máscaras, minha personalidade para cada situação e saber-me possível alcançar uma evolução através desse conhecimento.
Todos os sentimentos bons e maus, nossas vontades, nossos desejos, nossos sonhos, nossa ira, nossos medos e desilusões, que convivem conosco e que liberamos ou controlamos  todos eles nos levando a comportamentos ou ações dirigidas  as vezes de forma que nos prejudicam ou que prejudicam alguém, por ignorarmos nossos próprios segredos, nosso inconsciente.
Sabemos que não devemos usar de timidez diante da arrogância, da covardia frente a obstáculos, medo de receber um não diante dos desafios, de fracassar em nossos sonhos.
Sei que não podemos viver sonhando sem enfrentar a realidade e sim lutar para que  se tornem realidade. O medo, a timidez nos  estaguina, a covardia nos derruba, a preguiça nos leva ao fracasso e a desilusão.
A grande solução que estou buscando neste estudo do Tarot é justamente saber quando e como estou agindo diante das situações que surgem ou que surgiram ao longo de  minha vida, e aí compreender minhas máscaras e delas me livrar ou preservar para assim viver melhor, fluir e evoluir
Léah MorMac.