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sábado, 29 de janeiro de 2011

O salva vidas
O mar rebentava em violentas ondas na areia da praia.
Era como uma raiva uma revolta, como se estivesse se debatendo para
se desvencilhar do intruso.
Olhar aquela cena me arrepiava, via o surfista sumir e emergir como um submarino.
O salva vidas atento, mas sem se mover.
As ondas no seu vai e vem estalavam num barulho de estremecer.
Por alguns segundos ou minutos, não consegui mais ver o surfista.
Até que ele emergiu, já sem a prancha, levantando e agitando a mão.
O helicóptero apareceu e já mais próximo pronto para o salvamento.
Mas o salva vidas já estava lá dando braçadas lutando e vencendo aquele muro de águas verdes.
E sob os aplausos da platéia trouxe o surfista amador para a areia, são e salvo.
(texto e pintura= óleo sobre tela por Léah MorMac)


quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Fiz reciclagem numa "comoda ou camiseiro" que comprei numa loja de móveis velhos
Primeiro lixei para tirar todo o verniz velho e descascado
Pintei-o de branco e fiz decoupage. Coloquei-o no hall e ficou lindoooooo!

Aí vai o antes e o depois:

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

flores do meu quintal

Flores do meu quintal

Nascem espontaneamente, agora começou a nascer também umas de cor rosa bem clarinhas.
Se as coloco no jarro com água duram por mais de 2 semanas como novas. Cada flor é uma nova muda, é muito interessante esta planta.
Alguém saberia o nome desta planta? Se souberem me informem, agradeço.
Beijinhos

Léah

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Voa coração
Viajando em meus pensamentos chego de repente a sua frente,
E mato a saudade que me afoga. Me acolhes em teus braços e nesse aconchego me consolo solto o riso, volta a alegria e fico feliz, sonhos!
Volto da viagem e me abraço à tristeza, ao medo, ao choro, e a solidão, realidade!
texto Léah

sábado, 8 de janeiro de 2011

Incoerência

Não sei por que às vezes me chega uma alegria incontida.
Um prazer enorme por estar viva.
Encantar-me com as artes de meus bichos,
Com uma flor nova que nasça com os sagüis correndo pelos fios.
Ou chega sem aviso uma enorme nostalgia.
Uma saudade não sei do que, que me entristece o resto do dia.     
Serei eu louca desvairada, descontrolada?
Com tantos sentimentos controversos?
Será normal, chorar ao ler uns versos?
Será loucura gostar de cantar, até quando se está triste?
Será, será, será que será?...
Quantas dúvidas, quanta incoerência,
Só espero não ser demência.
Mas se for já disseram, não sei quem,
Que de médico e louco todos temos um pouco!
Se assim for sou normal.
(têxto de Léah MorMac)
                                                                             
                                                                                 Campo em flor (óleo sobre tela 50 x 65)
                                                                                    Léah MorMac