A rosa muito zangada reclamava aborrecida:
Sou de classe, de castelos, de rainhas,
sou a flor dos namorados e amantes.
Tenho cores infinitas, perfumo todo lugar.
Saia do meu canteiro,
Vá pro campo se espalhar.
E a margarida dizia:
Eu sou silvestre, sou simples,
Sou bonita, sou suave,
sou bem me quer mal me quer,
sou singela, somos brancas e amarelas.
sou do campo e das donzelas,
e aqui eu ficarei, na sombra do roseiral.
Eu nunca daqui sairei.
Então não me queira mal!





OLÁ LEAH !
ResponderExcluirTão bonito o seu poema e tão simples!
Gosto muito de rosas, mas se calhar prefiro as margaridas.
Já há uns dias andava a passear por uns blogs quando a encontrei, visitei o seu cantinho, gostei tanto, que me fiz seguidora.
Beijs.HELENA
Olá Leah
ResponderExcluirAmei seu poema.
Estou na fase das rosas, mas margarida foi sempre minha flor preferida....
bjão
mari
Simples e bonito
ResponderExcluirParabéns,
Natalia
Olá Leah!
ResponderExcluirAdorei seu blog!!!Além de artista plástica você é poetisa!!!Eu também pinto porem sou uma negação com as palavras!
Amiga estou te seguindo.
bom fim de semana.
bjossss
Olá Léah:
ResponderExcluirAdorei seus dois ultimos posts, e minha filhota Mariana colocou, com seu nome é claro, os dois poemas da rosa e da margarida, no seu scrap book.
beijinhos para voce destas duas amigas.
Anja e Mariana
Assim como a Anja e a Marianinha,também gostei demais destas duas postagens da rosa e da margarida, obrigado por ter permitido que ela as colocasse no seu scrap book.
ResponderExcluirbeijos,
Alex