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domingo, 28 de março de 2010

cesto de Margaridas

Pintura à óleo Léah MorMac

Pensamentos de Albert Einstein
Há duas coisas infinitas:
O Universo e a tolice dos Homens.

A imaginação é mais importante que a ciência, porque a ciência é limitada, ao passo que a imaginação abrange o mundo inteiro.

O único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário.

terça-feira, 23 de março de 2010

Amarilis de todas as cores


 
Ilusão
Todos os nossos almoços tem sido em familia. A mesa arrumada na ampla cozinha as discussões sobre tema variado sempre surgem assim espontaneamente Falavamos sobre tudo, politica, situações vividas, etc.Lembro-me de um dia ter surgido como tema a- ILUSÃO- o que era a ilusão para cada um de nós; as opiniões de cada um foram:
-Uma crença sem fundamento, o iludido não pensou direito- (essa foi a do meu filho).
-É quando você se engana, vê uma coisa melhor do que ela realmente é.- (essa foi da filha).
-È auto piedade, você quer que aquilo seja verdade, por ser o que sonha ter ou viver, mas intimamente sabe que não é real, verdadeiro, e mergulha de olhos fechados ou então um ataque de burrice momentâneo que causa prejuízos para sempre- (minhas)
A do marido foi:- É um engodo, um engano provocado por você mesmo ou por outra pessoa.
Será que nossas interpretações sobre este tema estão certas? Ou será que quando estamos iludidos conseguimos ver com frieza a situação e nos livrarmos?
texto Léah
pintura= amarilis de todas as cores

domingo, 21 de março de 2010

flores para alegrar

Saudades de Pernear.
Tenho tido saudades dos nossos dias de mulher, é como chamamos os dias em que saímos de casa para um simples pernear, deixar em casa os trabalhos, as obrigações do cotidiano, a canseira da rotina.
Quando andavamos pelo shopping mais para aproveitar nossa companhia, as vitrines ficavam em segundo plano, olhávamos tudo sem nada notar, era olhar por olhar, só pelo prazer de nos acompanhar, de nos sentirmos juntas, de passear, falarmos de nossos desejos, rir à toa.
Para olhares estranhos poderíamos parecer bobas, mas para nós era puro prazer, aquela andança terminava numa praça de comida, com mãe e filha se deliciando com uma pizza suculenta ou um belo sanduíche, acompanhados de coca-cola, tudo “engordaite”
Faz tempo que não nos aventuramos neste passeio, nossa vida nunca é linear, tem sempre coisas novas acontecendo aqui e ali, mas isso também é bom tira-nos da rotina, mas estou com saudades de nossos dias de mulher.
(texto Léah)

terça-feira, 16 de março de 2010

JANELA ABERTA

Auto Estima
Não quero mais chorar ou reviver o passado, reviver as lembranças más.
Não quero mais lembrar as dores do que já se foi.
Perdoar-me pelo que não fiz, pela indiferença, pela dúvida,
por ter amado muito ou pouco, enfim perdoar-me pelos meus erros e compreender e aceitar que sou humana.
Não falar mais do que foi, do que poderia ter sido, e sim do que é agora.
Vou fazer uma grande cova e enterrar as mágoas e cobrir de flores este mausoléu.
Quero o presente o agora, não quero as murchas recordações, quero as frescas, as viçosas flores do agora.
Olhar lá fora com olhos bem abertos para o futuro, para o real. Quero o hoje, o amanhã, viver, sonhar, continuar.
Quero o hoje, o amanhã, viver, sonhar, continuar.
Meu futuro é hoje, é já, não o que já foi.
EU sou, EU faço, EU ajo, EU creio, EU vou,
EU posso querer, EU me amo, sou poderosa, sou viva, sou feliz.

(texto Léah)

domingo, 14 de março de 2010

quarta-feira, 10 de março de 2010

Amor Perfeito "Livinha"

Homenagem a uma nova amiga Poeta por sua dor

Calmante

as Margaridas- Pintadas por Léah
Para acalmar um dia de stress a melhor solução para mim é envolver-me na pintura de um quadro, flores singelas ou não, flores com elas a respiração fica solta, os pensamentos vão para outro foco, o dia encurta, fica pequeno para o número de pinceladas que preciso dar, e então me apresso, a agitação é voltada para a agilidade e firmeza da mão a atenção para a mistura de cores.
Se todos pudessem fazer este tipo de exercício, usar esse calmante, que não é por via oral esse é diretamente por via emocional.

sábado, 6 de março de 2010

Violetas

Violetas
Tudo era novo e desconhecido, a mudança para a cidade do interior trazia uma sensação nunca antes vivida, muita calmaria, sem gente nas ruas, trânsito pouco, comercio diferente sem shoppings, ficava nervosa, sem rumo.
Resolvi andar por perto para conhecer o lugar, mas com medo de me perder, as casas muito iguais, com tijolinhos nas fachadas, varandas e muros iguais, tudo muito simétrico, e como sou fã da assimetria, isso me causava um certo incomodo.
Até mesmo a inspiração para pintar estava em baixa, faltava alguma coisa ou muita coisa, talvez um pouco mais de barulho, gente, cores.
Não vou dizer que não gosto do bucólico, da calmaria, gosto, mas não para todos os dias, nem para todas as noites em que as dez horas a cidade dorme, os sapos e os grilos cantam, esse tipo de barulho para mim é enlouquecedor. Pensando quase que em voz alta me perguntava será que vou me acostumar?
Cheguei a conclusão de que sou bicho de cidade e não bicho do mato...
Continuei meu passeio e numa esquina um quiosque de venda de flores, violetas azuis, rosadas, brancas, púrpuras, cores muitas cores, levei pra casa este cestinho, armei o cavalete tela e pintei-o.
Anos depois encontro o quadro guardado como recordação de um lugar que não era meu, não era para meu espírito inquieto, acostumado a agitação da grande cidade, do burburinho, das muitas cores, das muitas gentes, dos muitos sons, das noites tardias.
Tudo na vida tem um propósito, descobri um pouco de mim naquele lugar, minha inquietação, minhas necessidades com relação ao ambiente onde preciso viver para fluir melhor, a amar mais o meu status quo.
 Léah

quarta-feira, 3 de março de 2010

Crepúsculo

Crepúsculo

Finda o dia, céu vermelho, nuvens densas
Firmo o olhar para buscar a claridade.
E nela a alegria do começo.
Mas a escuridão se anuncia
é imutável
Após o dia chega a noite
Não há recomeço
Não há claridade
Para banhar-me no seu brilho
E com passos lentos e a contra gosto
Vejo-me caminhando para o fim.
(Léah MorMac)
                                                             pintura Léah MorMac

terça-feira, 2 de março de 2010

O Parque

Passeios no parque
Mãos entrelaçadas, carícias trocadas,
Juras de amor eterno...
Beijos, abraços
Passeios no parque
Olhar distante, perdido no espaço
Sem beijos, sem abraços
Lembranças tênues
De um grande amor,
Que de tão eterno se acabou.

(pintura e versos de Léah MorMac)