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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

A todos os meus AMIGOS,
Felicidades, muito riso, muita luz e paz nos seus caminhos
Progresso, amor, realização de TODOS os seus sonhos.
São os votos de:
Léah MorMac

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Desejo para 2011
Ah quais meus desejos para este ano?
O que mais desejo, o que mais sonho, o que mais almejo?
O que mais quero, pelo que anseio, pelo que esperneio?
Qual é este sonho, não alcançado, não achado, não satisfeito?
Será difícil, impossível, incomensurável?
Será palpável, saboroso, grande, pequeno, bonito ou feio?
-Que sonho é este, meu Deus do céu!-
Tu não sabes, não saberás...
Nem adianta perguntar, pesquisar, espionar, desconfiar.
É o meu sonho e não o teu, não interessa, não vou contar.
Hahahaha...
texto LéahMorMac

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

A todos os meus amigos virtuais que por assim serem não posso sentir o calor de seu abraço, o carinho do olhar, ouvir-lhes a voz e o riso de alegria, mas posso enviar-lhes meu enorme desejo de que sejam muito felizes, que tenham muitas alegrias, muita luz em seus caminhos, muita paz, a realização de seus sonhos e que tudo comece nesta Noite de Natal e se estenda por toda a vida.

Obrigada por existirem e serem meus amigos.

Beijos,

Léah

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Cartinha pro papai Noel

Cartinha pro Papai Noel


Gatos, cães, sagüis andando pelos fios de eletricidade, pássaros, gambas, que bichinhos feios! Camaleões, sapo martelo esse é muito chato faz barulho nas noites de chuva até o amanhecer, um lagarto verde grandão, do qual morro de medo, por mais que me afirmem que o medo dele por mim é maior, gafanhotos, esperanças, lagartixas, marimbondos e aranhas de várias espécies, libélulas e borboletas, amarelas e de vez em quando uma azul linda! Eu fico tomando conta para as gatas não a devorarem .
Meu Deus! Vivo na roça? Não, eu vivo em plena cidade do Rio de Janeiro, perto do mar, numa rua e num quintal cheios de árvores , por isso essa fauna, logo eu que sempre vivi no meio do burburinho da cidade, em apartamento bem longe de qualquer animal ou inseto, agora aqui estou neste “eco sistema” , que as vezes me deixa louca, pois continuo muito urbana , e a não ser pelo barulho da bicharada, o silencio é ensurdecedor!
Gosto de ver gente, da agitação desta cidade, gosto de observar a vida acontecendo, amo minhas gatinhas e minhas cadelas, mas gostaria de ter só esses meus animais de estimação junto de mim, esses que me são incompatíveis gostaria de vê-los só em fotografia, mas acho que é meu destino ou carma, vá saber! O fato é que vou acabar tendo que pedir ao Papai Noel para me levar no seu trenó para um lugar onde não vivam esses “tiranosauros.”
Por outro lado, a liberdade de ação por aqui também é bem grande, não tenho que me preocupar com o barulho do vizinho de baixo ou de cima, a garagem é só minha posso estacionar mais pra traz mais pra frente, certo ou torto. Posso falar alto ou falar baixo, plantar cactus ou lirios no meu jardim, pintar minha casa de roxo ou amarelo ovo, que ninguém tem nada com isso, posso gargalhar, tossir, espirrar, cantar, gritar,  não que eu vá fazer todas essas coisas mas posso é só querer o território é livre, já em apartamento mesmo que eu não faça nada disso existe sempre muita gente que faz; É a famosa falta de educação, por isso ainda não enviei minha cartinha pro Papai Noel pois vá que ele me leva para ser vizinha do Zeca Pagodinho, ou do Ronaldinho, um bate um tambor, o outro uma bola, não, não daria certo deixa eu aqui neste zoo particular.
(texto Léah)

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

domingo, 7 de novembro de 2010

As asas
Ah! Se eu pudesse voar como este colibri que vem em minha janela
Beijar as flores olha-me e logo se torna fugidio.
Ah! Se eu tivesse asas como este passarinho
voaria até você para matar a saudade que de tão grande já me sufoca
Ah! Se eu fosse alada como um pássaro ou como um anjo retornaria
Aos verdes campos, as montanhas, de minha terra
Ah se eu tivesse asas subiria até o monte mais alto e de lá olharia toda a cidade
Todas as flores, todos os rios, se eu tivesse asas voaria para junto de você
Meu recanto e meu encanto e la ficaria até morrer
poema e tela de LéahMorMac
Óleo sobre tela

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Minhas cadelinhas! Apesar do tamanho!

As duas : Gigi e Pagú
e a Natasha.
Lindas, amadas, dengosas, carinhosas, inteligentes
amo, amo, amo...

sábado, 23 de outubro de 2010

Amor sem fim

Abriu-me as portas do seu coração
e caminhei por nuvens e estrelas.
Tanta ternura tanto amor vivemos,
ouro e prata nossos sonhos.
Enfeitamos nosso lar com flores,
Perfumamos nossos lençóis,
criamos asas em nossos pés e
voamos pelos caminhos da paixão.
Fomos anjos e demônios.
Hoje carinhos e ternura num
amor sossegado, calmo
Perpetuado em nossos corpos e almas.
                                                Inesgotável esse nosso amor sem fim.
                                                Léah

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Papo No Sense
A Primavera
bem que poderia ser primaflores,
Nunca tive uma primaVera, e no entanto já me perguntaram: Quantas primaveras você tem? Nenhuma!
Ou pior ainda quantas primaveras voce fez? Mas isso era antigamente, já não se fala mais assim (ainda bem...)
Primavera traduzindo é primeira verdade, mas o que? Trata-se de que primeira verdade?
Quem andou mentindo tanto assim? Uma estação inteira! passou o inverno inteiro mentindo pra quem? Isso é que é inverno!
Bem eu não sei, nem voces talvez quando chegar a próxima estação, aí
                                                verão.
                                                            texto Léah
                                                          (  pintura à óleo sobre madeira )

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Portas

.
Portas que se abrem, portas que se fecham
Portas para o amor, portas para a dor.
Portas para a liberdade ou o limite.
Portas que nos mostram a luz, ou a escuridão.
Entrando ou saindo, indo ou voltando,
São as portas o começo ou o fim, o bom ou o ruim.

Léah MorMac Gonzalez
 
 
 
 
 
 
 
 
óleo  sobre tela

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Coisas que mechem com o coração       


Comecei a observar a beleza que acelera meu coração e alegra meus olhos.
O roçar de minhas gatinhas em minha perna pedindo carinho, ou o sorriso das minhas cadelas, quando chego da rua, sim, porque ela sorriem.
O primeiro passarinho entrar na casinha nova e começar a carregar galhinhos para o futuro ninho.
O vasinho de planta desses que a gente compra no mercado cheio de flores e que morrem numa semana, pois é, já murcho sem vida coloquei-o no jardim e ele resolveu reflorir encheu-se de flores.Parece que ele estava pedindo sol, liberdade, companhia das outras plantas eu achei lindo!
Senti o sol brilhando em minha janela, ele anda tão raro agora... Amo dias de sol.
Ouvir o mar batendo no seu vai e vem interminável. Essas pequenas grandes coisas para mim chamam-se vida.

sábado, 2 de outubro de 2010

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Outro Planeta, por favor!!!!
Não existe pior época do que essa das eleições, onde os brasileiros são obrigados a votar, a obrigatoriedade do voto significa falta de liberdade, de democracia, é má fé, tolhimento da liberdade de expressão, do direito puro e simples de resolver o que fazer votar ou não votar, e sofrer ou ser feliz com o resultado de sua atitude.
Isso para mim é liberdade você poder decidir sem pressão o que quer fazer e assumir as conseqüências pelo que fez, reconhecer quando está certo ou errado.
Ser patriota e ir votar pelo bem da democracia ou do seu próximo ou pelo seu próprio bem ou querer ser anarquista é sem dúvida um direito de cada ser ou não ser, ir ou não ir, fazer ou não fazer, querer ou não querer.
Além dessa obrigatoriedade, temos os candidatos! Deus quantas promessas mentirosas!
Quanto poder eles têm!? Vão melhorar sua cidade, sua segurança, as escolas os hospitais, vão fazer saneamento, vão te dar dinheiro, casa comida e roupa lavada, isso mais parece promessa de amante, mas é o que ouço durante dias e dias, pelo rádio, televisão, carros de som, caras com photo-shop em cartazes espalhados pelas ruas, pelos canteiros das estradas, pessoas esticando panfletos com os nomes de candidatos, poluição sonora e visual.
Enfim, nesta época eu queria estar n’outro país, noutro hemisfério, ou melhor, ainda queria estar n’outro planeta. Mas só nesta época, tá?

(Música)
Aqui é o meu País
“Aqui é o meu país
Nos seios da minha amada
Nos olhos da perdiz
Na lua na invernada
Nas trilhas, estradas e veias que vão
Do céu ao coração
Aqui é o meu país
De botas, cavalos, estórias
De yaras e sacis
Violas cantando glórias
Vitórias, ponteios e desafios
No peito do Brasil
Me diz, me diz
Como ser feliz em outro lugar
Aqui é o meu país
Dos sonhos sem cabimento
Aqui sou um passarim
Que as penas estão por dentro
Por isso aprendi a cantar,
Voar, voar, voar
Me diz, me diz
Como ser feliz em outro lugar.

(texto e imagem por LéahMorMac)

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Poema Borboleta - artesanato borboleta de acetato

Borboleta


Como uma borboleta em busca de luz
voei nas asas da ilusão,
e encontrei você,
e me afoguei na paixão, na loucura,
no amor.

Como uma borboleta cega pela luz,
me arrastei, me humilhei,
para ter você,
e só encontrei a dor, a desilusão,
O desamor.
Léah

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Vida
Já chorei por mim mesma, já chorei por alguém.
Já ri de alegria.
Já ri de nervoso
Já chorei de amor por quem não merecia.
Já chorei de amor por tanto amar.
Já tive amigos que perdi.
Já ganhei outros novos.
Já gritei palavras duras.
Já sussurrei palavras doces.
Já lutei por um sonho.
Já vi alguns morrerem.
Já estive perto da morte
Já me senti renascer.
Já rezei e implorei.
Já blasfemei.
Já xinguei, falei mal.
Já elogiei, valorizei.
Já vi o por do sol.
Já o vi  nascer.
Já vi a fúria do mar, e temi.
Já vi sua calmaria e nele mergulhei.
Já sonhei, magoei, consolei, sofri, chorei, amei, iludi.
Já tudo fiz, mas tudo que fiz foi apenas porque vivi.
texto-Léah MorMac

domingo, 29 de agosto de 2010

Reciclando sobra de tijolos maciços de obras em casa
Servem de peso para porta, ou como enfeite.
1º pintá-lo com tinta acrilica, ou plástica (deixar secar).
2º escolher o risco, passá-lo com carbono para o tijolo, e pintar,
pode ser com qualquer tinta , depois de seca impermeabilizar com verniz
3º Pode pintar o risco nos dois lados , ou riscos diferentes.

Se quizer colar feltro no lado que vai ficar no chão, para não arranhar.

( são desenhos de como ficam)





Léah

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

As lágrimas do Palhaço

Por tôdas as criancinhas que sofreram violência nesta época de barbari na qual vivemos.
pintura digital por
Léah MorMac

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Azul ou Verde

Dizem que o mar é verde, dizem que o mar é azul.
Dizem que ele é manso, dizem que ele é bravo.
Dizem que é traiçoeiro, dizem tanto sobre o mar!
Eu prefiro não dizer prefiro apenas pintar,
seu verde ou seu azul, a brancura de suas ondas.
E raptar um pedacinho desta imensidão, numa pequena tela
e levá-lo para junto a mim, verde ou azul, só pra poder olhá-lo.
(pintura à óleo sobre tela).
Léah MorMac

terça-feira, 10 de agosto de 2010


Os caminhos
A música vinha trazida pelo vento até meus ouvidos, não consegui identificar o cantor, mas era uma música dolente que falava de alguém que percorreu um caminho de alegrias quando viveu um imenso amor que o levou ao infinito.
Fiquei pensando nos caminhos que pinto se eles são o reflexo dos que percorri e ainda percorro nesta vida, se não serão uma analogia, pois gosto muito de pintar caminhos...
Se assim for as pedras são os problemas encontrados na vida, vou então colocar poucas pedras, para que eles, os problemas não cresçam! Mais flores para enfeitar minha vida, mais sol para iluminar, mais água para fluir, mais árvores para descansar e pensar como resolver os problemas.
O fato é que os caminhos de nossa vida são sempre de alegrias percalços e tristezas mesmo com um imenso amor a nos acompanhar.
(óleo sobre tela e texto de Léah MorMac) 

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Inverno ou verão?



(acrílico- por Léah MorMac)

Gotas de orvalho na manhã gelada, enfeitando as flores que ganham brilho como a veste de uma vedete e dançam com o vento que canta e arrepia nossos corpos de tanto frio.
Na calçada espelhada pela água, vem a libélula depositar seus ovos, cheia de gotinhas, parecendo um inseto estelar.
Toda a roupa era pouco para esquentar, era difícil andar com destreza e aprumo.
Era melhor encolhida, tensa, braços cruzados e apertados contra o peito.
Pés gelados. Fiquei pensando como seria bom uma lareira , um chocolate quente...
Mas pensando melhor preferia o calor do verão, o prazer da praia, do sol brilhante, da pouca roupa, andar livre sem poças, sem ventania.
Já estou com saudades do verão dos mergulhos, de lagartear ao sol, do canto dos pássaros, da alegria que todo o calor traz.
Tudo fica mais colorido, mais vivaz com a chegada do verão.

(texto-Léah)

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Vivi no Jardim

Pintura digital
                                                                         por Léah MorMac

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Baldes com flores

Pintura digital
(vendido)                                          

domingo, 20 de junho de 2010

Partir


. Partir


Instalou-se em meu peito, não sei quando,
Uma vontade de partir para não sei onde,
e esta vontade traz-me dor e lágrimas de impossibilidades por não saber para onde ir
o que fazer para satisfazê-la.
Ah, este desejo de partir, que me vem como
o som de um fado, no tanger de uma viola.
Ah, este desejo latente me sufoca e me afaga,
Instalou-se no meu peito, não sei quando,
e me arrasta em pensamentos pelos mares e
ladeiras, ruas estreitas, jardins floridos, praças desertas.
numa louca vontade de partir, de me deixar levar, mas só me vejo a sonhar.
se uma rajada de vento me levasse
e eu como um anjo sem asas voasse,
Encontraria o lugar sonhado? Ou seria o pesadelo, o desespero o desencanto?
Seria a liberdade, ou a prisão?

Para onde me levaria esta insatisfação?
Perguntas sem respostas
E esta vontade insana que vem e vai, suponho ser saudade do que não fui, do que não vivi.
Ou do que já fui e não sou mais, de outras vidas de outras eras.
E para entendê-la me apego a realidade buscando sofregamente uma luz uma razão, para tal loucura e compulsão
Texto -Léah MorMac

sexta-feira, 4 de junho de 2010

bouganville branco no portão

(vendido)                                                                                                      por Léah MorMac
                                                                                              (pintura à óleo)

sábado, 29 de maio de 2010

Cristo Redentor- pintura digital (Léah MorMac)


"Minha alma canta, Vejo o Rio de Janeiro, Estou morrendo de saudade. Rio, teu mar, praias sem fim, Rio, você foi feito pra mim. Cristo Redentor braços abertos sobre a Guanabara..."
(Tom Jobim)

domingo, 16 de maio de 2010

flores,pássaro e suas cores

óleo sobre tela e
oleo sobre tela
óleo sobre tela e digital



Não sou poeta, ou escritora, ou qualquer que o valha
Quem me dera, sou apenas uma mulher pintora,
Que ama o que faz, detesta o que não faz
Escreve o que sente e o que me apraz
Sou artista sou da arte.
Vejo o encanto no feio, e não sob os olhos do alheio
A vida em cores ou em preto e branco
Vejo a beleza nas sombras, deslumbra-me a luz.
A perfeição das flores, dos pássaros de suas cores
Mas não sou poeta, sou só pintora e dessa arte
Faço o meu respirar, meu coração pulsar,
Minha vida ter rumo, meu olhar descansar.

Texto Léah MorMac

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Flores sob a janela

óleo sobre tela
                                                            por Léah MorMac

segunda-feira, 3 de maio de 2010

caixinha co decoupage

Léah MorMac
O Crime

Sentado na varanda conseguia vislumbrar uma grande área, via as casas da vizinhança e se satisfazia com aquela invasão. Era já um vício aquelas “espiadas“ diárias. Mas a casa que ele via melhor era a do Gomes.
Tratava de ficar meio escondido entre os vasos de plantas, e, só saia dali quando era chamado por Beta, com uma raiva mal contida, que deixava transparecer na voz esganiçada...
- João vem almoçar...”João fofoca” vem me ajudar com a vassoura... João sai daí, faça alguma coisa...
Era assim todos os dias, todas as horas.
Beta, resmungava, praguejava e ameaçava amarrá-lo naquela cadeira.
- Assim não precisará ter o trabalho de se levantar e sentar...
Naquele dia, João chegou na cozinha, sem cor e trêmulo mal conseguindo tocar no braço de Beta.
- Deus do céu o que foi homem, o que está sentindo? Fala, fala...
Com muita dificuldade ele balbuciou:
-Eu vi Bebebeta, eu vi um crime, na casa do Gomes!
- O que, homem? Cê sonhou naquela cadeira.
-Não sonhei nada, começou a explicar:
-Ele passou no quintal todo sujo de sangue, e olhando de um lado para outro, para ver se alguém o via, passou meio curvado carregando uma espécie de embrulho, de onde, de repente caiu algo, soltando-se do papel, e quando êle se apressou em pegar, eu vi, era uma cabeça de mulher. Eu vi, eu vi! Ai! Ai! Ai Beta, só podia ser a da Georgina e pingava sangue! Ai! O que vamos fazer, chamar a policia?
E correu para o quarto, e ela seguiu-o com medo de ficar sozinha na cozinha .
Beta não tinha mais espaço para arregalar os olhos, começou a andar nervosamente e falando:
- Meu Deus eles se davam bem, só se foi ciúmes, que ele tinha bastante do Elias, será? Não, não, deve ter sido por causa do Seu Carlos que vivia esticando o olho para a bunda da Georgina, que gostava bem de passar rebolando por ele.
Mesmo assim, matar, cortar-lhe a cabeça como Maria Antonieta é demais... Meu Deus, João, e agora?
Ele espiando pela greta da janela tentava enxergar a casa do Gomes.
Em sua casa, Gomes contemplava sobre a mesa uma cabeça com olhos estatelados, cabelos empapados, que sujara toda a mesa. Dava gargalhadas a se contorcer.
Então, surge na frente dele Georgina que falou:
- Gomes, pare de rir e me diga, voce acha que deu certo, acha que esta cabeça de papier maché e suja de massa de tomates vai enganar aquele velho fofoqueiro, e fazê-lo parar de espiar para cá?
E Gomes tentando conter o riso:
- Tenho certeza, agora vou esperar pois provavelmente ele vai chamar a polícia. E eu vou dar uma de artesão.
                                                        FIM
Léah MorMac

quinta-feira, 29 de abril de 2010

O barco vermelho




                                painel à óleo








A Partida
Ia sem rumo, sem remo.
Sem destino, sem tino
Já sem buscas, sem sonhos
Sem sabores e odores
Sem paixões, sem amores.
Levada pelo vento,
Aportou bem perto.
E naquele porto
Esqueceu-se de si
E ali ficou.
Até que o vento voltou
E numa onda do mar
Seu barco lançou
E outra vez ela
sem rumo sem remo
Nunca mais voltou.

LéahMorMac

quarta-feira, 28 de abril de 2010

O Futuro

O amanhã da vida pode ser chamado de esperança, de sonhos, de planos.

Pode ser chamado de medo, de incertezas.

Pode ser chamado de transformação, renovação,

Pode ser chamado de morte.

Só não pode ser chamado de fim.

Porque sempre haverá um recomeço.



(texto Léah Mormac

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Carrinho de Primavera

pintura à óleo sobre tela
                                                                     Léah MorMac