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quinta-feira, 25 de julho de 2019

Queridas amigas e amigos
Infelizmente ainda não estou livre da 'Chicungunha', atingiu minhas articulações da mão direita, o que está me impedindo de exercer minha arte. Mas isto terá solução com a fisioterapia, remédios e colágeno para articulações. Tudo isto está sendo feito.
 O que está realmente impedindo-me de retornar ao blog é a piora de saúde do meu grande amor e marido.
Estou me dedicando exclusivamente a resolver estes dois grandes tormentos
O importante é a fé em Deus que temos, e o amor que nos dá forças.
Desculpem minha ausência e falta de comunicação, agradeço de coração ao carinho que tenho recebido de todos, e que infelizmente não tenho podido corresponder com a atenção e amor que vocês merecem.
Mas sei que tudo isso vai passar...
Mil beijinhos e abraços apertados.
Léah

quarta-feira, 8 de maio de 2019

Queridas amigas

Esta 'doença' ainda não me liberou, todas as articulações,  ossos doem, as mãos incham. É um cansaço físico enorme.
Voltei ao Hospital no exame de sangue deu chicungunha e não tem prazo para isto me largar, depende de cada um. Desculpe-me a ausência, mas falta disposição até para sorrir.
Agradeço de coração toda a atenção, preocupação, e votos de retorno breve com saúde
Feliz Dias das mães para todas, com muita saúde e alegrias.
Beijinhos, com saudades...
Léah

quarta-feira, 24 de abril de 2019

'ZICA'

Astral em baixa

Enquanto estava com a mão impossibilitada fomos para uma pousada em Armação de Búzios, mas precisei voltar antes do planejado, A pousada estava muito cheia de gente barulhenta...
Asim que voltamos aconteceu aquela tromba d'água e foi uma calamidade! No bairro próximo desabou um prédio feito ilegalmente pela milícia,  mais uma barbaridade deste País!!!!!!!!!!!
 casas aqui na minha rua sofreram enchente, e muita lama, aqui em casa arrebentou a causada, que havíamos feito recentemente e uma parte do muro caiu. Isso foi o de menos, o pior foi o fato que desde o dia 16 ficamos com Zica, Henrique e eu, doencinha miserável, fomos para o Hospital, fizemos a contagem dos glóbulos, e voltamos para casa.  e só hoje estou me sentindo melhor, com o estomago arrasado de tanto tomar dipirona. Minha preocupação maior foi com o Henrique que por conta do problema cardíaco não pode parar de tomas AAS, a cardiologista foi acompanhando-o.
Mas graças a Deus, estamos superando mais esta.
Acredito que em breve estarei bem. Grata a todos, saudades.
Léah

sexta-feira, 5 de abril de 2019

Direita, Esquerda
Quando estava andando, no estacionamento do supermercado, indo para meu carro, não vi o que aqui chamamos de ‘quebra-molas’, pisei errado e cai de cara no chão! Bati com o ombro direito no chão, ficou roxo doeu, não quebrou, bati também com o joelho direito que ficou roxo, 4 minúsculas pedrinhas cravaram na pele, mas não quebrou, a mão direita, ficou roxa de um lado, não quebrou, mas um ossinho rachou, fissurou, e doeu e dói! E está enfaixada!  
Dia seguinte só doía tudo se eu risse.
Conclusão, estou de cara roxa, ombro roxo, joelho roxo, e mão roxa, e nem é minha cor preferida, sou destra até para dormir, gosto do lado direito da cama, dormir virada para o lado direito, vai por aí... E estou na luta de ensinar a minha mão esquerda a ser um pouquinho direita, só que ela se recusa, parece uma pessoa preguiçosa, acostumada com mordomo, governanta, e todas as demais regalias.
Meu sonho atual é ser ambidestra, assim sendo a ‘esquerdinha’, quase imprestável, que se prepare vai entrar numa dureza até aprender a ser prestativa.
Afinal não dizem que uma mão lava a outra? Quem disse deve ter sido alguém ambidestro, vá saber!
Enfim amigas e amigos que gostam das minhas pinturas vou ficar devendo por um tempo, até o ossinho colar.
Obrigada pela compreensão.
Quem digitou este texto, foi a minha mão esquerda, espantoso não! mas demorou muito!
Aí vai um conselho treinem o cérebro para aprenderem a usar com destreza as duas mãos, é bom até contra o Alzheimer.
Léah                                                                                                                                             FIM      

sábado, 23 de março de 2019

Mundinho difícil

óleo sobre tela 18 x 17 cm- 'cores'

Que me lembre nunca matei um animal irracional. Nem preciso dar tratos à bola para saber que os únicos bichos que mato são formigas e mosquitos, quando me atacam e dão chance, porem esses são apenas insetos, nocivos!
Tenho certeza de que não sou assassina e muito menos de animais racionais! Se bem que as vezes tenho vontade de pular no pescoço de alguns, mas fui educada para ser civilizada, entretanto na conjuntura atual está difícil, muito difícil engolir o sapo!    
‘Sacrificar’ trata-se do diagnóstico que recebi de um veterinário chamado aqui em casa para a atender minha cadela, a ‘Gigi’, que está com as pernas traseiras sem musculatura, e não anda, além disto com incontinência urinária. Mesmo dando muito trabalho, e sentindo muita pena dela, matá-la sempre esteve fora de cogitação.

E quando requisitei a presença do veterinário, foi na intenção de que ele diante das circunstâncias a medicasse para que ela tivesse uma qualidade de sobrevida melhor, visto que pela idade dela, não tem mais volta. Esse veterinário foi desumano, frio, e de um cinismo nunca visto. Ele também não tem mais volta aqui em casa.
Matar terminar com a vida de um serzinho que a mais de 12 anos, divide espaço, carinho, zelava por nossa segurança, e nos deu amor incondicional, por todo este tempo, é impensável!
Como posso aceitar o que uma pessoa que só a viu por uma vez, e sem nenhum vínculo emocional com ela, pode chegar e dizer assim de chofre que a solução é SACRIFICAR , não adianta usar de subterfúgios dizer que ela não vai sofrer, nem sentir nada!? Como ele pode garantir isso?! Algum animal assassinado por ele, já voltou do além e forneceu-lhe esse depoimento?
Sacrificar significa impor sacrifício a alguém, e desde quando sacrifício é algo indolor?
Matar é pôr um ponto final na vida de um ser que Deus criou, e eu amei e ainda amo, e ele frio e ganancioso vem e mata ?!
Não, ninguém ia matar nada aqui, se ele quiser vá catar formiga e sacie sua índole de matador, ou então se mate.
O ‘doutor veterinário’, foi logo dando seus valores, mesmo sem ninguém pedir só estava pensando em dinheiro. Queria levá-la, interná-la e matá-la por apenas 4.000 reais e isto com desconto, pois sentiu muita pena da cadela! Mas nem que me pagasse, ele faria essa barbárie!
Fiquei tão furiosa com o desplante e insistência do sujeito, fiquei imaginando onde ele guarda ou esconde esta piedade, desconfio num lugar improprio, para menores. Mandei-o embora, me contive tanto, para só abrir a porta e mandá-lo sair, que fiquei com dor de cabeça e estomago, e passei metade da noite acordada. 
 Quando o Henrique acordou de sua sesta e apareceu na lavanderia, onde a Gigi, mora atualmente, eu estava botando o homenzinho pra fora, e ele insistindo, mas quando viu que eu não estava sozinha, murchou e saiu com o rabinho baixo...
Meus dias andam atarefados e preocupantes, mais pela tenção de manter o Henrique calmo, sem abalos emocionais, mas parece que existe uma torcida contra espreitando! 
Defenestrar esse "profissional" de nossa casa, que trata os animais como produto lucrativo, não como seres vivos, também o deixou nervoso, e reclamando comigo por não tê-lo acordado, e me exposto àquela verdadeira chantagem, mas a intenção de meu controle na hora com aquele infeliz, foi justamente conseguir falar baixo, quando a vontade era berrar, e o Henrique não acordar e se alterar e sei lá como seria.
Felizmente passou, uma amiga indicou uma profissional confiante que medicou a cachorra e está mais calma, acreditamos que sem dores.
 Mundinho difícil esse nosso! Às vezes penso que enquanto eu dormia me mudaram de planeta!
Fim,
Léah

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Minha arma para ser feliz

óleo sobre tela 35 x 23
'janela, borboletas e flores

Moro com uma pequena floresta atrás de minha casa, propriamente atrás de todo o condomínio, bem perto de uma lagoa, e um mar maravilhoso há um quarteirão, o silêncio mora por aqui. 
 Gosto de meu canto, da minha casa, entretanto tudo isto tem seu lado desagradável, especificamente para mim, e para ser feliz, recorro a uma arma.

Vou explicar: O mar não me causa nem causou nenhuma chateação ou problema, amo a existência dele ali bem pertinho. A lagoa está a uma distância relativa, é, um espelho d’água que embeleza o lugar.
Mas a floresta já não é a mesma coisa, para quem é como eu uma pessoa intrinsecamente urbana, é difícil conviver com os seres que nela habitam e gostam de visitar minha casa, não são as folhas das árvores, ou suas flores atapetando o chão, ou os pássaros que anunciam o cair da tarde, ou o amanhecer gorjeando, na maior algazarra, mas eu gosto.
São outros personagens que ali nascem e sem licença vão se chegando e incomodando.
Quantas espécies de besouros existirão na face da terra? Vocês conhecem algum? Eu conheço várias, isto é eles me conhecem, eu não os convido, e não tenho nenhum prazer em conhece-los, deles só tenho horror, e quero distância. 
Temos também as esperanças, que para mim são baratas verdes, não é este tipo de esperança que tenho na vida...  As cigarras, parecem moscas gigantes, quero-as se agitando e anunciando o verão lá nos troncos das árvores, longe de mim, aí eu até gosto!  Os camaleões são engraçados, esticam o pescoço, mas que pescoço? Não têm, e ficam me olhando medindo força, como quem diz _ aqui é meu lugar cheguei primeiro, dona humana, vá embora. _ Mas basta uma esguichada de agua com a mangueira e eles fogem em busca de sol.
 Agora as lagartas, verdes, manchadas, ou aquelas bem peludas que se contorcem a cada passo, mas se encostar em sua pele queima, além de devorarem minhas plantas, essas eu odeio! Assim como os marimbondos, que já me picaram e dóoooi muito! Formigas de todos os tipos, grandes pequenas miúdas, pretas vermelhas e que em fila indiana, saem não sei de onde e querem passear pelo meu chão, meu espaço, invasoras sem limites. Tem as lagartixas que comem os pernilongos, dizem, mas pelo jeito não dão conta. Não passo um dia sem levar umas picadas de pernilongos!
Os piores vêm agora: Os ratos do mato, se entrarem em casa fazem ninho, por isso dedetizo a casa todo ano.
Os sapos tenho pavor desse bicho, pulam, são melados a ponto de brilharem, e são meio idiotas, ficam parados com o olhar perdido, porque não vão procurar moscas, acho que vivem planejando como entrar e se esconder nos lugares onde vou passar, infernal! Mas a pior de todas são as baratas, Deus para que existem baratas? Me pergunto qual a utilidade desses insetos fedorentos, asquerosos, se as vejo fujo como o diabo foge da cruz dão-me medo e asco até mortas. Se uma aparece eu desapareço, alguém terá de matá-la e me mostrar o cadáver, para eu ter certeza e voltar à tranquilidade.  
Felizmente a dedetização funciona, mas por um tempo, quando começa a ficar vencida lá vou eu encomendar outra.
O único inseto que gosto de ver são as borboletas, parecem flores aladas, estas dão prazer de ver.

Nesta vida nada é completo ou perfeito, para ser feliz em qualquer ambiente em que se viva, há que se dar um jeito de melhorar, buscar o jeitinho brasileiro. Minha luta contra os insetos é o DDT, usado nas dedetizações, esse foi o jeito que arranjei, e dá certo até com as terríveis baratas! Esta é a minha arma para ser feliz.
 Pena que não inventaram um Dedetizador contra políticos corruptos, estaríamos livres e mais felizes, completamente, talvez um dia, quem sabe...

                                                                                                        Fim                                                                            Léah