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quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Decorar para relaxar

O Bem te vi-  pintura à óleo sobre tela de eucatex


Sempre cometo acertos e erros, claro como todo ser  humano, mas nesta semana o meu erro foi supervalorizar minhas energias vitais, ando abalada  com os acontecimentos aqui no Brasil, com a corrupção vigente, quando fico preocupada e triste minha imunidade baixa por isso fiquei com uma gripe de dar nó em pingo d'água e resolvi mudar a decoração das paredes para me distrair deste problemão. Desci todos os quadros, e comecei a  embalá-los  o que não é tarefa fácil, prefiro pintá-los, dei uma pausa nesta tarefa e fui então pegar os substitutos no ateliê lá em cima .
Aí começou a loucura, sobe escada pega um ou dois, as molduras é que pesam,  desce escada, pousa-os, espirro, outro espirro, dor de cabeça, vai passar... Sobe escada pega um ou dois, sento-me lá em cima mesmo e me questiono, paro deixo aquela bagunça que formei lá embaixo, ou sigo? Não, parar  não dá, maridão vai rir de mim pois me mandou deitar e descansar, disse que eu não aguentaria, mas quando a teimosa aqui cisma ele deixa pra lá, e fica calminho esperando o resultado. Desço a escada a sala cheia de plástico de bolinha,  aquele que todo mundo gosta de ficar estourando! Eu também, espirro vai espirro vem, cabeça doendo, pernas doendo, febre subindo. Desisti empurrei tudo para um canto da sala, entrei no chuveiro quase frio para baixar a febre, odeio banho quase frio, o quentinho é bem melhor, mas ainda estava pensando, o cérebro ainda não tinha sido fritado pela febre enfrentei o odioso banho quase frio, tremendo de frio, enquanto  lá fora sol brilhava,  vesti um pijama e fui pro berço, um comprimido de "Naldecon noturno" embora fossem apenas dezesseis horas , ganhei um afago e um olhar de critica do maridão  e dormi até o dia seguinte.
Acordei bem melhor e depois da rotina do café da manhã tomado lá na varanda com um bem-te-vi gritando eu te vi, eu te vi, como me criticando pela teimosia do dia anterior,  e de ouvir a frase, 'eu te avisei',  do maridão,  voltei aos quadros e as paredes desta vez ajudada pelo meu amor, foi tudo bem mais fácil, claro com amor o que não fica fácil? E a sala ficou nova com novas paisagens esperando minha gripe sumir para todo o sempre, amém,  e chegarem  as festas de Natal e ano novo, quem sabe com um Brasil melhor.
FIM                                                                               Léah


domingo, 27 de novembro de 2016

A lógica e a Inteligência dos cães

 Natasha ( fotografia)




Natasha minha "cã" gooorda e gulosa machucou a unha da pata traseira que se abriu no sentido vertical, sangrou e inflamou não se sabe como se deu o acidente!
E lambia a patinha  que não parava de sangrar, e ficava choramingando, fizemos um curativo com o remédio indicado, demos um anti-inflamatório , colocamos atadura e enfiamos  uma meia de bebe, que ficou sendo igualmente lambida numa tentativa louca de arrancá-la, até que conseguiu mas só a meia. E continuou a gemer, morríamos de pena e a enchíamos  de petiscos, biscoitinhos, ossinhos de pele...
Colocamos outra meia, falamos cerca de cem vezes a frase: --Não lambe Natasha, deixa a patinha quieta—.
Ela é muito inteligente, parava, ficava olhando para nós, com a pata levantada a meio mastro, mas assim que virávamos as costas ela recomeçava a lambeção...
Dia seguinte mudamos o curativo imundo , e ela levantava a patinha, e gemia, dávamos um petisco ela se calava e ficava nos olhando esperando mais,  ate escutar a frase: ---Acabou, vai dormir, vai latir,,, Ela levantava a patinha e gemia!!!!  No terceiro dia a unha estava colada e a pata desinflamada, mais um dia de curativo e gemeção até que ficou boa.  Mas todas as vezes que queria um petisco levantava a pata e gemia, naturalmente  achando- nos ,seus donos tolos! Como parei de atender sua artimanha, ela desistiu ou esqueceu-se deste ardil.
As vezes ela me espanta, é mais inteligente que as outras duas, faz coisas que até os santos duvidam.
Observei que nós os humanos primeiro comemos a salada, que não costuma ser o mais gostoso de uma refeição, depois os pratos principais e mais saborosos, essa  é a lógica humana. Os cães primeiro comem o mais gostoso, carne, osso, depois o arroz com legumes
Talvez que se os cães e principalmente a Natasha  falassem nos diriam :
"---Claro que comemos o bom primeiro, vá que aconteça uma hecatombe e a gente só comeu aquele arroz com aqueles legumes sem graça, e como ficariam os ossinhos suculentos  e  as  carninhas ? certamente se perderiam, assim sendo primeiro o bom da vida depois se sobrar espaço e sempre sobra no meu bucho, a gente come o bate entope, tá? . ---".
Essa é a lógica canina.
 Fim                                                    Léah

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Um pouquinho de felicidade,



Primeiro descobrimos os ladrões da Petrobras, agora os que levaram o Rio de Janeiro à falência,  o Garotinho o comprador de votos após "piti" foi para a prisão, O Cunha vai ser julgado hoje, 200 milhões vão ser devolvidos a Petrobras, ainda falta muiiita coisa a ser feita neste Pais, mas com muita fé em Deus agradeço a Força Tarefa, a Lava à Jato por esta luta que esperemos continue, apesar dos políticos que temos sempre querendo boicotar o fim da corrupção, para continuarem a roubar..
Estou esperando a prisão do Lula, do Renan, com ansiedade, espero que estes ladrões sofram mais que minhoca no gelo.
Temos que prestar atenção a votação que acontecerá terça feira próxima (22/11/2016). contra a corrupção, prestarmos atenção se os políticos vão tentar mais uma vez, mudar tudo à favor deles.
 

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Ovos e Batata

desenho aquarela

Malu  chegou em casa com o amiguinho :
_"Mãe trouxe meu amigo para almoçar com a gente"...
A mãe levantou os olhos para a parede da cozinha, onde o relógio marcava três e meia da tarde.
---Onde você estava até essa hora?
---Estávamos no shopping, o Batata foi ver se achava a bermuda que é do sonho dele, mas estava muito cara, e o dinheiro dele não deu.
---Quem é o Batata? ( perguntou a mãe) .
---Oi mãeee, tá aqui na sua frente!
---Ah, porque batata, qual o nome dele?
---Mãee, isso não importa, mas Batata como é seu nome?
---João José  Felipe.
---E porque meu filho com um nome tão grande  e pomposo você aceita ser chamado de batata, será que você gosta tanto de batata assim? Dulce a mãe de Malu, resolveu ironizar, estava furiosa com a filha e achou um jeito diferente de castigá-la.
Tem ovos , legumes e verduras, ah, tem também batatas na dispensa.
--- O que você não vai fazer pra gente comer? Estamos com muita fome, você já viu a hora ?
__ Não, não vou cozinhar para você, a visita é sua, fique feliz de eu estar deixando você almoçar a essa hora.
---Mãe você sabe que não sei cozinhar!
---Sinto muito mas esperei você apreensiva, liguei para seu celular, em vão, deixei recados, em vão. Aí que bom você chegou sã e salva, estou feliz com isso, mas não vou cozinhar nem para você nem para o Batata.
Eu e sua irmã já almoçamos aquela bela lasanha que você tanto gosta.
Caramba mãe, eu estava distraída não notei que já era tarde, e vocês não deixaram nem um pouco de lasanha para mim?
---Tchau, Malu é um problema só seu, Dulce saiu da cozinha, foi ver televisão
---Oi Malu não esquenta a cuca, como ovos mesmo, faça assim uns três para mim.(disse o Batata)
---Batata eu, não sei fritar ovo, você sabe?
--- Eu não, vê se tem pão. Queijo, presunto...
---Bem aqui em casa sempre tem isso, vamos ver na geladeira. Mãe cadê o queijo e o presunto, desta casa?
---Gastei na lasanha, respondeu Dulce lá da sala, contendo o riso.
 Ela havia escondido quase tudo, esqueceu  os ovos, Dulce pensou se ela chegar com fome vai ficar com fome, porque já fez isso outras vezes, sai chega tarde não avisa e encontra comidinha pronta, pede desculpa e repete a façanha. Além de tudo  Malu se recusava a aprender a cozinhar,  assim sendo Dulce achou uma ótima oportunidade para lhe dar uma lição.
Alguns minutos depois  lá estavam  o Batata e Malu, comendo pão com manteiga, pois nenhum dos dois sabiam fritar ovos, quanto as  batatas , ali só o faminto Batata, estava frito de raiva pelo almoço fracassado.
 Fim
Léah



quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Amor que seja eterno enquanto dure

tela 41x35 óleo = Titulo Blue


Lembra-se de quando corríamos pela praia e ríamos livres?
Na nossa juventude tudo era alegria, fantasias e loucura
sol ardente nossos dias.
Lembra-se de nossa primeira briga, do quanto nos machucamos?
Lembra-se, juntos choramos e depois beijos e abraços, quando voltamos?
Lembra-se  das canções que elegemos nossas e juntos cantávamos?
Lembra-se das nossas juras de amor eterno,
e em louca paixão e desejos, nos entregávamos?
Agora, tantos anos passados com tantas lembranças, saber que
Já não corremos livres, nem tudo é alegria, ou loucas fantasias, mas
caminhamos de mãos dadas pela mesma praia,
Ainda que para nós o mar não seja o mesmo.
Que nosso tempo por aqui seja  bem menor,
Que nosso amor seja quieto, sem arroubos.
Que nossos dias sejam de mormaços, esperando a noite futura.
Mesmo que fiquem trôpegos nossos passos,
Lembre-se amor,
 que sempre haverão sonhos para sonharmos,
e juras de amor para trocarmos, pois nosso amor ainda é o mesmo
que um dia juramos ser eterno.
                                Léah

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Vampira de energia alheia

"A Mascara" acrílico sobre tela de eucatex  35x 35

O telefone tocou cinco vezes Helena, fechou o chuveiro, enrolou-se na toalha e correu para atender.
-Alo...-
Do outro lado ouviu a voz de Leila, já quase gritando.
-Helenaaaa-
Helena chateada desligou o telefone sem dar chance de ouvi-la e voltou para o banheiro para se vestir. Assim que fechou a porta o telefone tornou a tocar.
Ela não se abalou, deixou-o vibrando sobre a mesa,  no vibra call.
Escolheu com cuidado sua roupa, uma blusa com estampa alegre em cores vivas, que realçava sua pele queimada pelos banhos de sol, e uma calça de alfaiataria preta, os sapatos de saltos finos e bem altos lhe conferiam elegância, maquiou-se, escolheu um perfume suave, conferiu mais uma vez a aparência no espelho, pegou sua pequena bolsa, guardou o celular e foi encontrar seu namorado ia conhecer seus pais e precisava estar bem.
Enquanto se vestia o telefone tocou três vezes, ela sabia que era Leila que queria se vingar do encontro inesperado e desastroso para ela  com Lucas. Queria  de alguma forma acabar com aquele namoro dele com Helena. No celular, no WhatsApp tentava de todas as formas falar com Helena, estava cega de raiva e inveja, queria de alguma forma dominar a situação.
Helena e Leila se conheciam desde o tempo da faculdade, não se podia chamar de amizade e sim de tolerância educada. Leila gostava de dominar e comandar tudo que pudesse da vida de Helena,  era como uma vampira sugando a energia e as vantagens materiais que Helena generosamente lhe oferecia, invejava sua beleza física e de alma, até sua união familiar com seus pais ela invejava.
Leila não era feia e poderia ser mais bonita se deixasse de ser tão rancorosa com certeza sua aparência refletiria seus bons sentimentos, seus romances sempre fracassavam, por sua própria culpa era do tipo que colava sufocando  o parceiro que logicamente iam embora.
 Quando as duas  saiam e surgia algum pretendente para Helena, o humor de Leila piorava, sua inveja era quase palpável, e exibia seu rancor no próprio rosto.
Era sexta feira e Leila chegou à casa de Dona Clara e Seu José, pais de Helena haviam marcado um fim de semana na casa de praia da família e ela foi convidada por Helena,  iam no mesmo carro. Helena passou no mercado para comprar algumas provisões e  Dona Clara arrumando as roupas nas mochilas.
-Dona Clara onde está Helena-?  Leila chegou perguntando de maneira autoritária
- Deve estar chegando, pois ligou pra mim  quando saiu do trabalho e disse que ia se atrasar.
- Meu Deus é uma eterna irresponsável, sempre se atrasando.
- Como assim, eterna irresponsável? Trabalha, não depende de ninguém,  está sempre nos assistindo quando precisamos, é ótima filha, ótima funcionária até elogiada, cumpre todos os seus compromissos, é ótima amiga porque esta raiva toda contra a minha filha?-
Há muito Dona Clara estava engasgada com as atitudes de Leila, e aquela frase foi a gota d’água.
-Nossa! Foi um simples comentário, e é porque toda vez que a gente marca uma saída ela se atrasa-
-Bem, geralmente ela se atrasa  porque ela sai da casa dela, que é longe da sua,  pega engarrafamento para te pegar no carro dela, visto que você não tem condução própria e ela como boa amiga te leva e te trás e você ainda vem falar mal da minha filha comigo? Tenha paciência,  mas isso eu não aturo, porque não é a primeira nem a segunda vez, mas é a última ! 
-Pela primeira vez Leila ficou calada, foi para o jardim e chorou.
Dona Clara, mulher experiente notava a péssima amiga da filha, mas sem querer interferir o que era muito difícil para ela como mãe, e quando falava alguma coisa mesmo sutilmente Helena dizia:  -Mãe deixa pra lá, eu sei como ela é, um dia resolvo, ela é muito frustrada...
Durante aquele final de semana, Leila evitou conversar com Dona Clara, mas se queixou com Helena contando a história do jeito dela.
- Leila escutei a história do jeito que você me contou, não vou cobrar nada de minha mãe ela deve ter tido as razões dela, pois toda história tem duas ou mais versões, e eu sempre vou ficar do lado dela, não do seu. Aquele assunto morreu ali, mas Helena resolveu que ia se afastar de Leila, as interferências dela em sua vida estavam extrapolando os limites suportáveis.
Quando Helena estava em São Paulo no casamento de uma prima, conheceu Lucas começaram um namoro que foi se firmando. Leila não sabia desse namoro,  durante uns meses Helena conseguiu driblá-la evitando de se encontrar com ela alegando excesso de trabalho,  até que um dia Lucas e Helena estavam num shopping e dão de cara com Leila, que veio cobrando:
- Olá, Helena anda fugindo de mim? Há quantos dias  não nos vemos, não atende meus telefonemas, nem qualquer tipo de comunicação, o que está acontecendo, o que tens contra mim? –
Lucas já estava ciente do comportamento invasivo de Leila, mas mesmo assim ficou calado, e esperou a reação de Helena.
-Oi Leila, boa tarde para você também, não tenho nada contra você só que ando muito atribulada com muito trabalho e nada de importante para conversarmos, então não tenho podido te dar prioridade. -
-Ah, é isso que estou vendo estas aqui trabalhando  agora? –
-O que de urgente você quer falar comigo? Aproveita que estou aqui-
- Lucas interveio,
-Como é mesmo seu nome?
-Leila, e o seu, quem é você, já que a educada da Helena não nos apresentou.
-Ah, meu nome é Lucas, mas  você ia para o lado contrário ao nosso, continue seu caminho, pois estamos com certa pressa porque  o amor nos chama. Outra hora você destila mais veneno, agora não dá, adeus...
Segurou a cintura de Helena, deu tchau para Leila, que ficou sem ação, não esperava escutar isso, nem tão pouco Helena, que adorou, sentiu-se apoiada pelo homem que amava.
O casal foi embora juntinhos, sem olhar para traz.
 Depois deste encontro com o casal é que Leila ficou mais desesperada  louca para se vingar, as pessoas estavam tirando sua máscara e ela precisava como se fosse uma vampira sugar a energia de Helena, antes tão passiva.  Tentou de maneira incansável atrapalhar aquele namoro, mas nunca conseguiu, até  no Facebook ela  fez intrigas contra Helena que simplesmente a ignorou até que se cansasse.
Hoje, já dois anos se passaram, elas não se falam mais, e nem foi convidada para o casamento de Lucas e Helena, que aconteceu, enquanto Leila se gastava fazendo intrigas. Os dois estão muito felizes sem vampiras de energia sugando-os.
Happy End.                                    
Léah

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Educação ou falta

Jarro e flores 30x20 óleo sobre cartão




Digo sempre para meu marido, como um chiste, que moramos num bairro que deve ser o nascedouro dos shoppings, pois são muitos uns grandes outros não tanto, mas antes de mais assunto, ele, meu marido odeia shoppings, eu não compreendo o porquê, mas respeito. Vejam só o que acho bom nos shoppings, tem ar condicionado em toda a sua extensão, piso de porcelanato ou granito ou cerâmica, tudo lisinho, portanto  não se corre o risco de cair, não se apanha sol nem chuva, é um ambiente cheirosinho, quando se tem fome, temos uma ou mais praças de comida, tem várias lojas a nossa disposição.  Então porque não gostar de um ambiente assim?
Voltando ao assunto, não sou rata de shoppings, nem consumidora compulsiva, mas é só escolher um e ir. Aqui em casa estamos numa fase de escorrega, derruba, cai quebra ou enguiça, quebrei um jarro que amava , e outro que não amava tanto assim. Como é primavera e não se pode viver sem flores, lá fui eu.
  Para mim o defeito é que gosto de lugares calmos e nem todos são calmos, tem uns com plays e a algazarra infantil é enorme, isso não significa que não goste de crianças, pelo contrário bebezinhos me derretem, só tem um detalhe gosto de crianças educadas. Este trelele todo é para falar da minha ultima ida ao Barra shopping que é um dos grandes  e com certeza acharia um jarro para minhas flores. Lá estava eu distraída em busca do que precisava e quase cai sobre uma criança que veio correndo e gritando de repente deitou-se no chão sobre meus pés,  e berrava eu quero, eu quero... O que será que eu estaria devendo àquela criança?  De repente  a mãe apareceu parou perto da cria e  ficou só olhando, a criança por um tempo, que vermelha como um tomate maduro, lágrimas nenhuma, era um choro fictício só de gritos e se esperneava, rolava no chão. e a mãe FINALMENTE  gritou “ tá bem  amorzinho a mamãe vai comprar, vou comprar”. Imediatamente a criança levantou, parou de “chorar”, saíu de cima de meus pés doloridos, e não ouvi nenhum pedido de desculpas, enquanto eu  entre o espanto e a raiva, pela cena deprimente da falta de energia e mesmo de  falta de  educação daquela mãe para passar para o filho, fui embora para a finalidade da minha ida àquele shopping, mas  os gritos da tal criança ficaram nos meus ouvidos e fiquei pensando como será esse adulto, como reagirá aos nãos da vida?  Gritará até conseguir o que quer, roubará quando  não lhe fizerem a vontade?  Apanhará de alguém pela petulância? Nem posso imaginar o resultado dessa falta de limites no futuro deste pobre menino mimado.
Mas o fato concreto é que  tive vontade de bater naquela mãe!! Se fosse sempre assim até eu odiaria shoppings, como meu marido odeia, embora nunca tenha acontecido isso com ele, ou melhor com seus pés : )).                           FIM
Léah